24.2.10

O poder das palavras




Hoje em meio a algumas aulas monótonas algumas coisas me chamaram atenção...
estávamos falando a forma de leitura, não só de textos ,também da leitura do corpo dos gestos, enfim... da leitura de tudo o que nos rodeia, o modo de observarmos o que acontece o modo em que lemos o que acontece.
E em meio a tantas dessas conversas, minha mente pensava em tudo o que acontecia em minha vida, e cada gesto ou palavras, meus textos etc, o que eu estava transmitindo o que eu estava passando.
Então tomei uma decisão em dizer o que realmente anda acontecendo, sem ter medo do que iria acontecer, mostrando o que eu realmente quero mostrar e não o que estou demonstrando as vezes sendo mal interpretada.
Hoje pude me abrir sinceramente de igual pra igual falando os meus pontos de vista, sem ficar naquele romantismo, de " ai eu acho isso mas não tenho certeza porque não sei o que realmente quero e etc."
Penso que agora amadureci um pouco mais, e preciso mostrar as minhas opiniões, sem pensar "mas será que ela(e) vai ficar chateada (o) comigo ".
Pois bem, penso que todas as pessoas passam por muitas coisas na vida, cada um tem seus problemas, desilusões, isso acontece faz parte da vida.
As vezes precisamos mostrar o que é bom pra nós, sem pensar se o outro irá ficar triste ou não.
Hoje descobri mais o poder das palavras, de um modo sem estar implícito ou subentendido, mostrando o que realmente é, sem sair do objetivo que queria seguir.
E isso me fez com que me sentisse melhor. Falando, e sendo respeitada pelo o que digo e sinto; fazendo com que minhas opiniões fossem escutadas sem ser tratada como uma criança.
Hoje eu percebi que não era preciso brigar gritar ou espernear. E sim mostrar com seriedade firmeza e sinceridade o que quero transmitir, sem ser coisas bobas, mostrando o que realmente quero dizer.
Bem talvez hoje esteja bem diferente dos textos anteriores, mas hoje, senti que deveria dividir aqui o que estou sentindo, independente do que seja.
Aqui nós acabamos criando um certo hábito, ou até mesmo uma certa necessidade de postarmos aqui. E bom, hoje é isso o que tenho a dizer.

22.2.10


o vento batia em meu rosto, ouvindo musica no ultimo volume, ignorando as pessoas que me observavam...
sentia intensamente o vento em minha pele.... aqui falo muito sobre o vento e percebo que o amo.... ele me invade como de varresse minha alma... me fazendo sorrir sem motivo algum... o vento batia em meu cabelo como se acariciasse... meus olhos se fechavam involuntariamente ... dando a impressão que o sentia com mais intensidade...
a combinação da música e o vento me fazia me sentir bem... olhava para o céu negro e em meio algumas nuvens estava a lua me observando... eu olhava pra ela percebendo sua beleza...
a combinação era praticamente perfeita...
o vento e a música... os dois sentimos, mas não tocamos ou conseguimos vê-los...
e mesmo assim me fazem um bem que quase nenhuma outra coisa consegue me fazer; a melodia como o vento me invade, me envolve, me distrai, me faz pensar com mais clareza, me faz sentir mais leve... me faz sentir mais eu mesma ... como se me levasse a um mundo só meu, um mundo a parte, onde só lá sinto sentimentos diferentes... me esvaziando... como se não andasse voasse...




"eu quero sentir o vento pela pele, um pensamento me fará... uma louca tempestade..." ♪♫

21.2.10


'ouvindo músicas que as palavras não fazem sentido para muitas outras pessoas,
cada nota me invadia, me fazendo pensar em coisas sem sentido sem ter uma linha certa a se seguir, só deixando os pensamentos fluirem, sem querer saber, indo nos pontos em minha mente e coração onde mais doiam sde ser lembrado-se tocados, e a menina que consegue sorrir mesmo quando está destruída por dentro lá, olhando as próprias feridas, observando-as sem o compromisso de fazer com que elas curassem , apenas lembrando do que viveu, do passou , e do que já sentiu... olhava para mim mesma como se olhasse em um espelho; sem se olhar por se admirar, ou por olhar perfeições e imperfeições, mas observando perguntando quem eu realmente sou, quem realmente quero ser... me mantendo como se estivesse no automático esperando com que as coisas acontecessem... pelo menos naqueles momentos ...
e as notas continuavam a ser entoadas , como se cada uma delas tivessem vivas... a música novamente me movendo me invadindo, me fazendo sentir viva, viva em mim mesma viva em meus pensamentos em meus sonhos, em minhas bobagens, em tudo...
as palavras pra descrever esse momento já saíam com melodias... seguindo as notas... seguindo a vida... seguindo o som...


"nem o medo que possa enfrentar nem segredo que possa contar...enquanto é tão cedo, tão cedo... ♫♪"


20.2.10


"Eu aprendi a me manter intacta, sofro, não minto, quando algo ruim me acontece e quando perco pessoas de quem gosto, mas isso tudo passa...

17.2.10


'e queria apenas me sentir livre, me sentir eu mesma, e a estava eu com aquele sentimento estranho, uma tristeza que vem e vai em momentos que eu menos espero.
uma vontade de chorar sem ter motivo, uma vontade de ser eu mesma por completo por inteiro,
como a muito tempo não me sentia mais... queria sentir que meu coraçãoparace de ser burro, e só se aproximar do que não deve, só queria ser livre, só queria ser eu mesma, só queria ser feliz...

14.2.10



'últimamente aconteceram coisas que viraram minha mente de pernas pro ar,
não consigo tirar uma conclusão de nada...sinto sem saber o que fazer ou dizer....por mais que milhares de pessoas dissessem não imaginava que isso viesse a tona neste momento.
Sinceramente pretendo pensar bastante sobre tudo que vem acontecendo em minha vida, pois essa avalanche mexeu em muitas coisas que não esperava que fossem mexidas agora, minha mente está simplesmente paralizada por alguns momentos.
Sinto que dessa vez tenho que ver o que é melhor pra mim, e principalmente qual é a vontade de Deus.
Várias opniões jogadas sobre mim sem pensarem no peso que elas podem tomar... paro e tento me focalizar somente em meus sentimentos e não nas várias frases ditas ao meu redor.





9.2.10


O vento batia em minha pele, e sinceramente onde eu não esperava me sentia um certo aconchego rs; nós conversavamos sobre várias coisas variadas; o calor que estava tãof orte parecia ter sumido por alguns instantes com a brisa que vinha... riamos por coisas com e sem sentido, fazendo piadas idiotas e engraçadas, rs...
eu estava feliz naquele dia quente de verão... até que algo me chamou atenção... uma borboleta negra voava pelo ar... ela me parecia livre... feliz...
até que comentei sobre ela, e ela voou em minha direção como se estivesse me escutado pousando em minha pele, era uma sensação de que ela ficasse e que ela saisse dali ao mesmo tempo, uma sensação boa e sem explicação ao mesmo tempo... até queme lembrei de algumas coisas que antes ouvi falar de borboletas negras... que elas traziam recados... eu a via de perto... e a observei por alguns instantes...
o tempo passou e eu ainda estava com aquela cena na mente...que me fazia sorrir de lembrar;
depois voltamos a conversar e rir novamente... até que nos depedimos, e um pequeno gesto parecia palavras subentendidas jogadas no ar... que me trouxe uma sensação doferente que não daria pra explicar... mas não era uma sensação ruim... só sem explicação...


Aqui escrevo o que sinto sem me sentir com a obrigação que que faça sentido... só colocando pra fora o que sinto... falo coisas aleatórias e que as vezes só fazem sentido para mim, ou as vezes nem isso... e me sinto leve e feliz...hoje me sinto melhor, e por alguns instantes pude me sentir eu mesma por inteira... me senti preenchida... e sinto-me feliz mesmo escrevendo coisas sem sentido...

8.2.10


--Eu gosto do inpossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que às vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico ! ( Bob Marley )

6.2.10


Não havia vozes, só havia o som da água; o céu estava num azul inexplicável… havia pequena nuvens feito algodão paradas no céu,as árvores pareciam estar mais verdes… eu fechava meus olhos tentando não pensar em nada, minha mente viajava por lugares que antes havia até receio de deixar meus pensamentos chegarem perto; me sentia mais viva mais revigorada… reconhecia o meus medos, o medo de perder meu equilíbrio, as minhas metas, medo do meu anseio doentio pela felicidade, tudo se esvaía, eu me sentia cada vez mais leve; estava eu ali cada vez mais perto dos meu sentimentos mais profundos que eu mesma tinha medo de tocá-los… aqueles sentimentos que a ferida ainda não havia fechado. Não que eles sangrassem, mas tenho que admitir que ainda doíam, ainda machucavam… mas naquele momento sabia que era hora de organizar tudo o que havia em mim, tudo que estava virado de cabeça para o ar, e eu tinha deixado da forma que estava,como se fosse uma criança que quebrou algo e coloca no lugar pensando que ninguém nunca iria perceber, mas sempre viria alguém que iria encostar e tudo cairia no chão… aquele momento fez com que eu me sentisse melhor sobre algumas coisas, sobre outras até que não mudaram muito, mas pelo menos fiz o que tinha de ser feito… Fiquei ali " arrumando a bagunça " por um bom tempo… e quando tive de ir, me sentia melhor… e que agora estava "preparada " para viver… para ser feliz!

4.2.10

Pensamentos antes de dormir...


'enquanto ela lia um livro pra ver se o sono chegava, pensava em milhares de coisas...
sua mente estava a mil, pensando em milhares de coisas ao mesmo tempo, depois de tanto tentar, desiste, de ler o livro, apaga a luz e tenta dormir um pouco; o tempo passa, e o sono não vem, e em meio de tantos pensamentos uma música ao fundo;
com varias tentativas inúteis de tentar dormir desiste, e se rende aos pensamentos.
Ela pensa, pensa e repensa, e não vinha nenhuma conclusão, começa a lembrar de coisas antigas, pensamentos que não levariam a nada, só pensar por pensar...
acho que pro tempo passar mais rápido, não sei ... ela sentia anciedade pra dias futuros, fazendo planos e etc.
ela se deixa levar em seus pensamentos até eles virarem apenas pequenas cenas, borrões... até que adormece; pasa algum tempo e quando ela vê já é dia... e lá viria mais um dia normal, e mais tarde, os pensamentos de novo, a invadindo a fazendo pensar antes de adormecer novamente...

1.2.10

'pôr do sol de verão...


Era fim de tarde, após um dia cansativo, mas agradável, lá estava ela com seus amigos, falando coisas que só faziam sentido pra eles. Coisas que a faziam rir como a muito tempo não sorria...O vento batia nas folhas das árvores, enquanto o pôr do sol dava infinitas cores onde refletia...Os seus cabelos esvoaçavam ao vento, e sua pele morena parecia estar com um tom diferente; O som das palavras e gargalhadas que davam preenchiam o ar dando uma sensação de aconchego; e naquele momento ela via o quanto eles a faziam bem, por mais que o tempo fosse tão pouco… Os seus olhares transmitiam alegria e vontade de que aquele momento não acabasse, até que em meio a mais uma sessão de risos, um deles olha pra ela de uma maneira diferente, e ela para e olha pra tentar entender aquela expressão que havia em seu rosto; ele olha nos olhos dela e diz “ hoje você está parecendo um pôr do sol de verão” … Aquelas palavras a invadiram… fazendo sentir sensações completamente diferentes que a faziam sorrir; e não era um sentimento de atração ou algo do tipo mas um sentimento de admiração, de afeto e carinho…